• 11 de junho de 2026
  • Gedi Pereira
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As primeiras imagens dos jogadores, da seleção brasileira, vestindo o uniforme social viralizaram e viraram críticas na internet.
Os memes em um tom completamente humorado criticam a alfaiataria que foi assinada por Ricardo Almeida.

Os usuários das redes sociais não perdoaram e rapidamente passaram a comparar o uniforme aos macacões da série Prison Break. Outras comparações relacionaram a peça ao uniforme de trabalho de Griselda, a icônica Pereirão de Fina Estampa, personagem interpretada por Lilia Cabral.



Não é a primeira vez que Ricardo Almeida veste a seleção. O estilista e alfaiate já assinou em colaboração com a CBF anteriormente nos anos de 2018, 2022 e agora em 2026.

O conceito atual que Ricardo Almeida trouxe é de uma releitura moderna de um terno clássico.

As peças foram produzidas em lã 150, um tecido altamente nobre, de extrema qualidade e muito utilizado na alfaiataria de luxo.

No entanto, alguns aspectos apresentados não fizeram sentido no repertório visual e nem gerou aprovação pelos olhares da maioria. A modelagem apresentou um caimento pouco harmonioso no corpo dos atletas, enquanto o tom de azul escolhido neutralizou a vivacidade e o impacto visual frequentemente relacionados à brasilidade.

A desaprovação não surge de um erro de técnica cometido por Ricardo Almeida, mas sim da divergência entre a estética proposta e os códigos visuais que o público normalmente associa à representação da identidade nacional.

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